A arbitragem está assumindo um papel central na Copa do Mundo que ocorre nos Estados Unidos. O ex-presidente Trump parece acreditar que o controle é exclusivamente seu, ignorando a natureza global do evento. Após a realização de um extenso interrogatório de sete horas com o atacante iraquiano Aymeen Hussein no aeroporto de Chicago e barrar a delegação do Irã de se hospedar em solo americano, obrigando-a a ficar no México, agora foi a vez do árbitro Osmar Artan enfrentar dificuldades.
O árbitro somali, reconhecido como o melhor da África no último ano, teve sua entrada recusada ao desembarcar no Aeroporto Internacional de Miami. Até o momento, as autoridades governamentais não forneceram explicações sobre essa negativa.
Ciise Abden Abshir, que atua como conselheiro no Ministério da Juventude e do Esporte da Somália, comentou sobre a situação do árbitro, que retornou para Istambul, onde reside. “Impedir sua entrada nos EUA e barrar sua participação nas partidas agendadas não afeta apenas ele, mas também compromete os princípios do futebol relacionados à justiça, mérito e ao verdadeiro espírito de fair play”, declarou.
