A expectativa para a primeira partida do Brasil na Copa do Mundo de 2026 está cada vez mais intensa, e Carlo Ancelotti enfrenta uma questão crucial: qual a quantidade de atacantes que irá escalar contra Marrocos em sua estreia.
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Após a realização dos amistosos preparatórios, o treinador italiano revelou que já tem uma ideia formada sobre o time que iniciará o torneio.
Apesar de alguns jogadores estarem praticamente garantidos entre os titulares, ainda existem incertezas quanto à formação ofensiva, que poderá influenciar a identidade da equipe brasileira em busca do hexacampeonato.
As previsões indicam que a base da equipe contará com Alisson no gol, Marquinhos e Gabriel Magalhães na defesa, além da dupla de volantes Casemiro e Bruno Guimarães. No ataque, Vinícius Júnior e Raphinha são considerados quase certos. A grande dúvida permanece em relação ao ocupante da última posição de ataque e ao esquema tático que Ancelotti escolherá.
O técnico já indicou sua intenção de manter um sistema semelhante ao 4-4-2, modelo que utiliza dois volantes, conta com jogadores velozes nas laterais e apresenta uma boa capacidade de transição.
Isso pode resultar em uma formação com apenas dois atacantes mais avançados ou uma configuração híbrida, onde um meia ofensivo desempenha um papel próximo à linha de frente.
Os candidatos à última vaga no ataque incluem nomes como Endrick, Matheus Cunha, Igor Thiago, Rayan e até Neymar, que retornou à lista dos convocados para o Mundial.
Endrick ganhou destaque após marcar o gol decisivo na vitória sobre o Egito durante o último amistoso antes do torneio, aumentando suas chances de ser titular.
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Se decidir por uma abordagem mais ofensiva, Ancelotti poderá escalar três atacantes, formando um trio com Vinícius Júnior, Raphinha e um centroavante. Uma escolha mais conservadora poderia reforçar o meio-campo, limitando o número de atacantes a apenas dois na equipe titular.
A definição final sobre a escalação será revelada apenas momentos antes da partida contra Marrocos, agendada para 13 de junho. Até lá, o principal questionamento na Seleção gira em torno da quantidade de atacantes que representarão o Brasil nesta jornada em busca do tão almejado hexa.
